Resumo dos objetivos do projeto:
Levar um grupo de estudantes de 15 a 21 anos para desenvolver um projeto de ajuda comunitária em uma região remota do Nepal. O vilarejo dispõe de um sistema de captação de água, porém a nascente está secando e durante a época de chuvas se torna contaminada.
Vilarejo alvo:
O vilarejo de Tapting se localiza na região de Solo ao sul do monte Everest. O vilarejo encontra-se em uma encosta íngrime com uma diferença de altitude de mais de 250 metros entre a casa mais baixa e a mais alta. Sua altitude média é de 2400 metros. Tapting tem ao redor de 200 habitantes que pertencem a dois grupos étnicos diferentes, os Sherpas e os Tamangs. Ambos grupos são descendentes de imigrantes tibetanos que imigraram para a região ao sul do Himalaia quinhentos anos atrás. A totalidade do vilarejo pratica o budismo tibetano e fala dois dialetos tibetanos. O acesso ao vilarejo pode ser feito de duas maneiras: através da pista de pouso não pavimentada de Pha Phlu de onde em um dia e meio de caminhada se chega ao vilarejo ou através de uma viagem de 7 horas por uma estrada sinuosa desde Katmandu, a capital do país, seguido por 3 a 4 dias de caminhada. O vilarejo tem uma escola primária e secundária, mas poucas salas de aula e poucos professores, o que implica em salas de aula com até 60 alunos. Em termos de serviço de saúde, o posto de saúde mais próximo está a 6 horas de caminhada e tem como staff apenas um técnico de saúde. O hospital mais próximo está a um dia de caminhada.
Tapting está fora das rotas tradicionais de trekking e com isso não se beneficia de uma das únicas fontes de riqueza deste paupérrimo país, que é o turismo de aventura. A economia do vilarejo é baseada na agricultura de subsistência onde plantam batatas, cevada, trigo e ervilhas. Os homens do vilarejo trabalham esporadicamente como carregadores para grupos de trekking durante o outono e primavera.
Descrição do projeto:
Água é um direito humano fundamental e um dos Objetivos do Milênio (ONU, 2000): ?Reduzir pela metade, até 2015, a proporção de pessoas sem acesso sustentável a água potável e a serviços básicos de saneamento.
Ao visitar o vilarejo de Tapting e conversar com seus líderes foi verificado que a necessidade mais urgente é substituir o sistema de captação de água por um maior e situá-lo mais acima na montanha, com fluxo maior e com água potável. O atual tanque que abastece o vilarejo está secando e durante a época de chuvas se contamina causando um grande número de casos de infecção gastrointestinal. O projeto involve trazer um grupo de estudantes com idades entre 15 a 21 anos, que através de fund raising levantem os fundos necessários para a construção de um reservatório grande ao lado da nascente, outro menor mais próximo do vilarejo, e a canalização necessária ligando os tanques às casas. O prazo de construção é de aproximadamente dois meses e seria concluído pelos estudantes, que fariam a ligação dos últimos 1000 metros de canalização.
Benefícios diretos para a comunidade:
Benefícios indiretos para a comunidade:
Benefícios para os estudantes:
Assuntos abordados durante a viagem:
Roteiro da viagem:
Dia 1 - Chegada a Katmandu (2400 metros) e traslado ao hotel.
Dia 2 - Visita a praça do antigo palácio real, lindo conjunto de templos hindus.
Dia 3 - Visita aos dois mais importantes templos do país, a stupa budista de Boudhnatah e o templo hindu dedicado a Shiva Pashupatinath onde acontecem as cremações.
Dia 4 - Vôo a Pha Phlu com 40 minutos de duração. Em seguida caminhada de 3 horas de duração até o vilarejo Khonikhop (2430 metros).
Dia 5 - Caminhada de Khonikhop a Tapting (2400 metros) com 6 horas de duração.
Dia 6 - Em Tapting trabalhando no projeto.
Dia 7 - Em tapting trabalhando no projeto.
Dia 8 - Pela manhã, inauguração do novo sistema de fornecimento de água com as bençãos de um lama. A tarde, caminhada de 3 horas de duração ao vilarejo de Bolbule (3300 metros).
Dia 9 - Caminhada de Bolbule a Ngwar (3400 metros) com 6 horas de duração. A caminho teremos vistas magníficas da cordinheira do Himalaia com o Monte Everest, Lhotse e Kanchenjonga, três das mais altas montanhas do planeta.
Dia 10 - Caminhada de Ngwar a Changakharka (1900 metros) vistando a caminho dois lindos monastérios budistas.
Dia 11 - Pela manhã caminhada de 3 horas de duração ao vilarejo de Bhandar. Após o almoço viagem em ônibus privativo a Jiri onde dormiremos em um modesto hotel.
Dia 12 - Viagem em ônibus privativo com 7 horas de duração a Katmandu.
Dia 13 - Visita a Baktapur, pequena cidade a 30 quilômetros que mantém sua arquitetura e modo de vida tradicional.
Dia 14 - Traslado ao aeroporto para vôo de volta ao Brasil.
Custo do projeto: US$ 3.000 (para ser levantado pelos alunos através de ?fund raising?). Incluído neste custo estão: Mão de obra local Material
Custo da parte terrestre da viagem: US$ 2.200 por aluno para grupo de no mínimo 20 estudantes.
Neste preço está incluído:
Neste preço não está incluído:
Alguns detalhes sobre a segurança: